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segunda-feira, 29 de agosto de 2011

ARQBest-Produtos&Materiais | Após celular, orelhões ganham outras funções sociais.


O uso maciço do telefone celular mudou muita coisa ao redor do mundo. Em 2002, o Reino Unido disponibilizava 92 mil telefones públicos. O número caiu drasticamente, e hoje são 12.500, sendo que mais da metade não é utilizada. Sem utilidades, as cabines vermelhas, um dos símbolos da cultura britânica, acabaram sendo recicladas por mentes criativas da região.
Uma das ideias mais originais — e até mesmo improvável por conta do espaço reduzido –, foi a construção de uma biblioteca, em uma pequena aldeia, na Inglaterra. Dentro da “caixa” uma grande variedade de livros — o que reflete o gosto eclético das pessoas que moram por perto. Em Los Angeles, Estados Unidos, a tendência foi reproduzida com sucesso pelo Future Studio.
Já no Canadá, a cabine, que não é vermelha, acabou se transformando em algo ainda mais inusitado: em uma mesa xadrez. O objeto foi apresentado em uma exposição em Vancouver. A empresa Milbec Design é a dona do projeto.
Conhecido popularmente como “orelhão” por aqui, o telefone público, depois de ser devidamente reciclado, foi utilizado pelo Colégio Santa Úrsula, de Maceió, Alagoas, como parte da decoração do jardim, onde as crianças brincam.
A iniciativa, de fato, deve ser enaltecida, já que o destino dessas proteções para o telefone público seria algum aterro.

sábado, 27 de agosto de 2011

ARQBest-Produtos&Materiais | Confira essa pscina! feita com a reutilização de caçambas


PRONTA EM 12 DIAS !
Uma prova de que não há limites para o reaproveitamento: similares a contêineres, caçambas de transporte de lixo ganharam uma utilidade que vai deixar muita gente com vontade de copiar a ideia a tempo de aproveitar o próximo verão.

Os designers Jocko Weyland, David Correia e Alix Feinkind, da empresa Macro|Sea, juntaram três dessas imensas caçambas, montaram um deck ao redor e transformaram tudo em uma área de lazer com três piscinas que está sendo testada no Brooklyn, Estados Unidos. Se aprovada, a novidade será implantada em shoppings centers.

Todo o material foi reunido em apenas 12 dias. O fundo recebeu areia para ficar mais macio e depois foi coberto com uma lona. As costuras foram seladas e pronto: foi só colocar água. Estava pronta a piscina de baixíssimo custo, uma adaptação de outro modelo instalado na Georgia.
Com o projeto, a Macro|Sea demonstra como a reutilização de materiais pode ajudar, e muito, a reduzir custos na implementação de projetos. Basta ter informações.

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ARQBest-Produtos&Materiais | Conheça a Casa construída com 25 MIL Garrafas de Vidro.


Quem tem telhado de vidro não joga pedra na casa do vizinho. Imagine então quem tem todas as paredes de garrafas de vidro. Especificamente, neste caso, 25 mil garrafas. Edouard Arsenault construiu uma casa com esses objetos, em Cap-Egmont, Prince Edward Island, no Canadá. As obras começaram na primavera de 1980, mas o material chave do projeto começou a ser recolhido um ano antes, época em que Arsenault recebeu um cartão postal da filha de um castelo de vidro, na Ilha Vancouver.
Arsenault precisou de aproximadamente 25 mil garrafas recicladas, de diferentes cores e tamanhos, para colocar de pé três edifícios. Mas, antes de colocar a mão literalmente na massa, Arsenault, que na ocasião tinha 66 anos, passou algum tempo no porão de casa, limpando e retirando os rótulos dos objetos. O que era apenas um hobby, logo foi se transformando em coisa séria e ganhando o apoio de quem passava pelo local. Assim, em 1981, a primeira etapa desse “sonho” foi aberta ao público.
Uma das etapas mais comentadas do projeto de Arsenault é a capela feita com 10 mil garrafas, em 1983. O ambiente conta, inclusive, com um altar e alguns bancos. Mas, o “sonho” chegaria ao fim na primavera de 1984. Aos 70 anos, o criador faleceu, deixando para trás a ideia, que ficou inacabada. Apesar de toda criatividade, alguns aspectos importantes foram deixados de lado. No inverno, por exemplo, o local não é dos mais aconchegantes, já que a estrutura de ferro usada por Arsenault não suporta os efeitos das geadas. Tamanha exposição ao mau tempo acabou deteriorando a estrutura, o que foi devidamente resolvido na década de 1990.
Na Argentina, o artesão Rubén ‘Tito’ Ingenieri criou algo parecido, com 6 milhões de garrafas. “Pelo menos 100 mil são de cerveja”, contou Ingenieri à BBC Brasil. E, qual você achou melhor?