sexta-feira, 18 de fevereiro de 2011

Casas inusitadas

Confira cinco modelos de casas construídas de cabeça para baixo.
Você aceitaria sair da casa onde mora para viver em uma construída de cabeça para baixo? Imagine: móveis, cozinha, jardim e até carro estacionado na garagem, tudo de ponta-cabeça! Pois bem, este é o trabalho realizado por alguns arquitetos nos Estados Unidos e na Europa. Confira a seguir cinco modelos inusitados e equilibre-se, se possível.
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Localizada em um jardim zoológico da Alemanha, está casa possui um amplo banheiro, cozinha e também uma mesa de jantar com pratos e copos

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Reparou no carro estacionado na garagem? Sim, também está de cabeça para baixo, assim como o pequeno canteiro do jardim em frente à casa. Está localizada no Golf Sunrise Village, nos Estados Unidos

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Esta é a Wonderworks, uma atração em Orlando, Flórida, Estados Unidos. Parece ter sido derrubada por um tornado, ou algo parecido

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Aqui, outra construção feita por alemães. Localizada em Usedom, uma ilha no mar Báltico, a única coisa que está em seu ‘devido lugar’ é o jardim em torno da casa

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Esta casa atrai muitos visitantes para a cidade de Szymbark, na Polônia

FONTE: CASA E JARDIM ONLINE

terça-feira, 15 de fevereiro de 2011

Diferenças entre MDP e MDF???

MDF ou MDP – Saiba a diferença !

Se MDF e MDP são painéis produzidos a partir do pinus ou eucalipto e, se ambos possuem densidade média e valores tecnológicos similares, qual é o melhor na fabricação de móveis? Segundo os fabricantes de painéis, não existe painel melhor ou pior, mas diferenças técnicas que determinam, limitando ou expandido as possibilidades de aplicação, dependendo do uso que cada indústria quer fazer do produto.
A principal diferença entre o MDP e o MDF é que no painel de MDP são utilizadas partículas de madeira em camadas, ficando as mais finas nas superfícies e as mais grossas no miolo. Já no MDF aglutinam-se fibras de madeira. Porém, ambos são classificados como painéis de madeira de média densidade.

MDF

MDF é uma sigla em inglês que significa “Medium Density Fiberboard” que, traduzindo para o português, quer dizer “chapa de fibra de madeira de média densidade”. O MDF se diferencia do outro painel também feito com fibra de madeira – a “chapa de fibra”.
As diferenças entre MDF e chapa de fibra estão no processo produtivo, no tipo de resina e no fato de o MDF ter as faces com maior densidade que a camada interna.

Características:

O MDF é praticamente equivalente à madeira nas possibilidades de trabalhar a matéria-prima. Os painéis são superfícies grandes perfeitamente homogêneas e sem orientação das fibras, o que permite cortes em qualquer sentido e apresentação de superfície lisa e uniforme ao toque.

Vantagens:

- Comporta aplicação de todos os tipos de revestimentos, desde pintura/impressão até papéis impressos
ou unicolores e lâminas de madeira.
- É praticamente equivalente à madeira em termos de trabalhabilidade.
- O fato de ser um painel de fibras não-orientadas permite que seja cortado em qualquer sentido.
- Suas fibras possibilitam trabalhos de usinagem muito precisos, furação e uma ampla gama de acabamentos.
- Apresenta grande resistência e não sofre com a variação de temperatura.
- Resistente à abrasão.
- Ecologicamente correto: produzido com madeira reflorestada.

Desvantagens:

Assim como os demais painéis de madeira e como a própria madeira, é vulnerável a ambientes úmidos.
Em tais condições, superfície e topo devem ser recobertos ou protegidos.

MDP

O MDP é um painel de madeira industrializada, assim como o Compensado, o MDF e o OSB.
O MDP é resultado do uso intensivo de tecnologia de prensas contínuas, de modernos classificadores de partículas e complexos softwares de controle de processo, associado à utilização de resinas de última geração e madeira de florestas plantadas.
Por isso, o MDP pertence a uma nova geração de Painéis de Partículas de média Densidade com características superiores e totalmente distintas dos painéis de madeira aglomerada de antigamente.

MDP é a abreviação de ou Painel de Partículas de Média Densidade.
O MDP é especialmente indicado para a produção de móveis residenciais e comerciais de linhas retas, formas ogânicas, que não exijam usinagens em baixo relevo, entalhes ou cantos arredondados.

Principais aplicações:

. Portas retas
. Laterais de móveis
. Prateleiras
. Divisórias
. Tampos retos
. Tampos pós-formados
. Base superior e inferior
. Frentes e laterais de gaveta

Características:
. Alta densidade das camadas superficiais, assegurando um acabamento superior nos processos de impressão, pintura e revestimentos.
. Produção com o conceito de 3 camadas: colchão de partículas no miolo e camadas finas nas superfícies.
. Homogeneidade e grande uniformidade das partículas das camadas externas e internas.
. Propriedades mecânicas superiores: melhor resistência ao arrancamento de parafuso, menor absorção de umidade e empenamento.
. Utilização de resinas especiais de última geração.
. Utilização de madeiras selecionadas provenientes de florestas plantadas, econômica e ecologicamente sustentáveis.

Vantagens:

Para se ter competitividade num produto, um móvel precisa aliar seu estilo e desenho às características técnicas dos painéis disponíveis. O MDP, painel de madeira mais utilizado no mundo, proporciona tudo isso na fabricação de móveis residenciais e comerciais.
Sozinho ou junto de outros tipos de painéis, um móvel que utiliza MDP em sua estrutura, será sempre mais econômico e competitivo, perto de móveis feitos com outras matérias-primas similares como o MDF, e ainda oferecerá melhor garantia e qualidade.

Desvantagens:

Assim como os demais painéis de madeira e como a própria madeira, é vulnerável a ambientes úmidos.
Em tais condições, superfície e topo devem ser recobertos ou protegidos.

+ Informações

O MDP e o MDF são produzidos através de idênticos processos de fabricação e tecnologia, exceto quanto à produção de partículas no MDP e fibras no MDF. Adicionalmente, os dois processos utilizam as mesmas espécies de madeira, totalmente originárias de florestas plantadas.
Uma outra diferença refere-se à aplicação final dos produtos.
O MDP e o MDF, por utilizarem madeira proveniente de áreas de reflorestamentos, manejadas de forma ambientalmente correta, economicamente viável e socialmente justa, são sim produtos altamente ecológicos. No entanto, se considerarmos que o consumo de madeira para a fabricação do MDP é menor que na fabricação do MDF, podemos dizer que, entre os dois, o MDP é mais ecológico.

Fonte: Abipa / Schneider

Clássicos da Arquitetura: Cemitério de San Cataldo por Aldo Rossi

Aldo Rossi, arquiteto de Milão, é conhecido por seu trabalho intelectual, seus desenhos e obras de arquitetura. Seu desejo de criar construções que refletem seus pensamentos e teóricos sociais, é visto na maioria de suas obras, se não em todas. O cemitério de São Cataldo é uma de suas obras mais representativas e um exemplo claro disso.


A terra sobre a qual construir o projeto, tinha sido anos atrás, a casa de um antigo cemitério pelo arquiteto César Costa. Esse cemitério foi construído em meados da década de 1800, deixando uma vasta gama esculpida à mão estátuas e lápides de pedra.

A passagem do tempo, os traços de morte, e a história que manteve o lugar de um século atrás, são transformados em caminho analógico Rosi introduzidas no projecto do cemitério, “The House of the Dead”.
Rossi acredita na representação de tipos, pois neles está contido muito do conhecimento de arquitetura através da história. (Suas idéias são melhor refletidas no livro “Arquitetura da Cidade”, 1966). A partir dessa idéia e em combinação com referências aos cemitérios judaicos na costa construído no século XIX, criou o projeto de San Cataldo, em colaboração com Gianni Braghieri, ganhou a competição em 1972.

Em 1976, a proposta foi analisada antes de iniciar a construção em 1978. O prédio laranja vívido, que é apenas uma parte das intenções originais já haviam sido construídas. Para este ano, Rossi sofre um acidente de carro, e depois de ser hospitalizado por um longo tempo, começa a teorizar sobre a estrutura do corpo.
Seus pensamentos foram traduzidos para sua proposta por escrito, “a questão do fragmento na arquitetura é muito importante, pois pode ser que apenas as ruínas, expressam um fato completo … eu estou pensando de uma unidade ou um sistema, composto exclusivamente por remontagem dos fragmentos. “

Ao olhar para os dois cemitérios mencionado acima, Rossi assumiu a fragmentos de composição formal encontradas dentro de cada um deles, transformando ou reduzindo elementos específicos para ser representado no seu próprio plano.
Para definir o lugar, Rossi usou um muro semelhante ao encontrado no cemitério da costa. “The House of the Dead” é um grande bloco com uma série de perfurações. É desprovido de janelas e telhado. Semelhante ao rastros deixados por um antigo prédio em ruínas. Depois dele, há uma seqüência de paralelepípedos, que estão aumentando sua altura, em um triangular. Como costelas fragmentadas, sem coluna central. A composição termina em um grande cone, que contém o túmulo.

O cemitério de Aldo Rossi, sem tetos, pisos, janelas ou portas, são aberturas simples podem adquirir os diferentes usos. Esteticamente, algumas pessoas podem achar isso mais ou menos atraente, mas importante é que aqui, o arquiteto milanês consegue encontrar uma maneira de fazer arquitetura metafísica, onde o visitante é confrontado com a idéia da morte inevitável.
Arquiteto: Aldo Rossi
Localização: Modena, Itália
Ano: 1971

Casa Unifamiliar na Califórnia – Bernal Heights Residence / SB Architects


Arquitetos: SB Architects
Localização: São Francisco, Califórnia, USA
Área: 195 m²

O objetivo deste projeto foi o de aproveitar a oportunidade de nicho para construir uma casa no desejado, mas nunca desenvolveu-se em um canto da vizinhança densa de São Francisco. O conceito de design foi orientado pelas características “micro” da terra e do desejo de criar uma expressão de design contemporâneo, que teve suas raízes na arquitetura do norte da Califórnia e seus ideais sustentáveis. O desenho da casa foi moldada em grande parte pelo código de desenho do bairro, que ditou os itens pendentes, tais como janelas, pátios laterais, como o volume de entrada para criar movimento e sombras na rua. Quando o projeto é baseado no código vernacular local dentro deste tradicional bairro de San Francisco, a interpretação é clara e distintamente moderna.

A inclinação natural do terreno inspirou a idéia de um núcleo de escadas para as áreas privadas e terminar no topo, com uma clarabóia espetacular banhando o interior com luz natural, formando uma conexão direta entre os espaços públicos e privados no nível de acesso e níveis públicos no nível superior. O núcleo de escadas também cria uma forte muralha vertical do lado de fora, resultando em uma composição completamente diferente do típico camadas horizontais de espaços de convívio. A localização canto interno e layout dos espaços que eles criam uma expressão externa que quebra acima da horizontal para criar uma mistura de linhas verticais e horizontais, acentuada por um telhado de forte pendente.


Localizando os principais espaços de convívio no último piso, de frente para as espetaculares vistas de São Francisco, e você obtém a abundância de luz natural, reduzindo significativamente o consumo de energia elétrica. As janelas em todos os aspectos do edifício (algo incomum neste tipo de tecido urbano), fornece abundante luz natural para espaços interiores. Usando a experiência em design de interiores, a equipe de design criou uma experiência baseada em resort “estilo” nesta casa de 195 m2, com espaços abertos, fluído, limpo, com acabamentos elegantes e em madeira. Um sistema de tela de chuva suporta tiras Ipe na fachada exterior, enquanto os pisos e armários de madeira de nogueira, combinado com tapume do cedro no interior céus e outdoors para adicionar calor.


Projetada com o objetivo cuidadosa sobre o enfoque da sustentabilidade, esta casa é certificada com a Energy Star Two Tier, tornando 35% mais eficiente do que os requisitos da Califórnia Título 24. A caldeira a gás, com 95% de eficiência, fornece água quente e aquecimento, e uma fonte de energia 2.5kW solar fotovoltaica, bem como sistemas para a utilização eficiente da água e outros recursos.



domingo, 13 de fevereiro de 2011

A alforria chegou! Enfim, o CAU foi aprovado.


Dia 21 de novembro é uma data para não ser nunca mais esquecida por todos nós. Foi o dia de nossa independência de um SISTEMA CONFEA/CREA que nos aprisiona desde 1933. Dia 21 de novembro de 2010 é uma importante data para ser sempre comemorada pois foi o dia em que o Congresso Nacional se manteve firme em seus propósitos de apoiar a nossa luta, a luta de criação do CAU. 


sábado, 12 de fevereiro de 2011

sexta-feira, 11 de fevereiro de 2011

Casa da sogra - Piada ARQBest


Certo dia chega ao escritório de um Arquiteto, um cliente que lhe pede um projeto de uma casa toda circular, toda redonda. O Arquiteto assustado e curioso quer saber:
 - Qual o motivo, para tal pedido.
E o cliente explica:
 -É que eu escutei uma conversa entre minha sogra e minha mulher. A minha sogra falou: Minha filha, me arranje um lugar na sua casa para mim morar, qualquer “cantinho serve”.

Conforto Visual: Iluminação


Conforto Visual

Um bom sistema de iluminação, com o uso adequado de cores, criação de contrastes e escolha adequada de lâmpadas / luminárias pode produzir ambientes que promovem o bem estar, resultando em um conforto visual perfeito.
Para este sistema ficar perfeito, devemos tomar cuidado com o ofuscamento produzido pela presença de fontes luminosas excessivamente brilhantes em relação ao ambiente ao qual o olho foi acostumado.
Para reduzir o ofuscamento devem-se usar vários focos de luz ao invés de um único ponto, utilizar luminárias que possuam barreira entre a fonte luminosa e o olho, nunca posicionar a fonte luminosa na linha da visão e evitar superfícies altamente refletoras.

* conforto pode e deve ser equacionado somente por esta “vertente fisiológica” de maior ou menor esforço?
-  Não. Hopkinson diz:
“Aquilo que vemos depende não somente da qualidade física da luz ou da cor presente, mas também do estado de nossos olhos na hora da visão e da quantidade de experiência visual da qual temos de lançar mão para nos ajudar em nosso julgamento... Aquilo que vemos depende não só da imagem que é focada na retina, mas da mente que a interpreta”
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