segunda-feira, 8 de agosto de 2011

ARQBest-Decoração | Conheça os puffs ecológicos que são Biodegradáveis

A empresa brasileira Meu Puff está lançando uma linha de puffs ecológicos e sustentáveis para quem quer inovar na decoração com produtos feitos de papelão ondulado de alta resistência 100% reciclável e biodegradável. O revestimento é de tecido reciclado, couro sintético ou adesivos impressos.

Os puffs ecológicos suportam até 200kg e todas as peças são montadas por encaixe, o que dispensa o uso de cola, pregos e parafusos. Além de poder ser personalizado de acordo com o gosto do cliente, também possui um aglomerado de espuma no assento feito de restos de espumas prensadas. É possível escolher entre 12 opções de cores e estampas.
Com o lançamento da nova coleção ecológica, a empresa espera aumentar em cerca de 50% seu faturamento. Os puffs podem ser adquiridos nas lojas da Meu Puff de Santa Catarina e Paraná ou pelo site da empresa. Os puffs custam R$39,90 (com o corpo sem personalização/adesivo), R$ 59,90 (com personalização no corpo do puff) e R$ 120 (no caso do produto com rodinhas e elástico para segurar revistas).

ARQBest-Design | Pneus de bicicleta são reaproveitados em cadeira!

Um pneu furado serviu de insight para a criação da cadeira EcoHelp, que reaproveita pneus de bicicleta. A cadeira fez sucesso e já está sendo expostas em eventos e feiras relacionados à consciência ecológica e à sustentabilidade.

Foram usados também madeira de portas de armário e um sofá antigo. O trabalho valeu a Valesca Bender o primeiro lugar no concurso de design da CRIART, Escola de Artes Decorativas de Porto Alegre. Ao se deparar com o pneu furado de sua bicicleta, ela foi a uma oficina e lá encontrou a inspiração de que precisava para sua criação, quando faltavam apenas três semanas para a entrega do projeto no concurso.
Valesca descobriu que a prefeitura não recolhe os pneus inutilizados e os donos das oficinas são obrigados a juntá-los em um depósito a céu aberto para depois queimá-los. Na maioria das oficinas em Porto Alegre não se sabe que a borracha poderia ser reciclada ou reutilizada na fabricação de asfalto, mas Valesca resolveu dar um fim mais estiloso ao material.

sábado, 6 de agosto de 2011

ARQBest-Arquitetura | OLáá Pessoal ARQBEST! saiu de férias e está de volta ! e pelo visto, Bin Laden também!

Família de, Bin Laden Que já descansa em alto mar.

erguerá maior arranha-céu do planeta na Arábia Saudita





O rei da Arábia Saudita contratou a empresa que pertence à família de Bin Laden para construir o arranha-céu mais alto do mundo em Jidá, cidade de 3,4 milhões de habitantes na costa do Mar Vermelho.



A Jeddah Tower terá mil metros de altura e contará com um hotel cinco estrelas, bloco de apartamentos, e escritórios.



A obra, cuja construção deverá demorar cinco anos, custará US$ 1,2 bilhão e seguirá projeto do escritório norte-americano Adrian Smith + Gordon Gill Architecture.



Sediada em Chicago, a empresa tem como um de seus sócios Adrian Smith, que trabalhava noSkidmore, Owings & Merrill (SOM) e foi um dos designers do Burj Khalifa, maior arranha-céu do planeta atualmente, com 828 metros, em Dubai.



Fundado em 1931, o grupo de Muhammad Awad bin Laden - pai de Osama bin Laden - construiu grande parte das rodovias da Arábia Saudita, bem como bairros e cidades inteiras.



Osama é o 17º de seus 52 filhos, mas suasatividades radicais levaram a família a deserdá-lo em 1994.



Saiba mais sobre o projeto da Jeddah Tower:http://smithgill.com

ARQBest-Design | Garrafas de cerveja viram biblioteca e templo budista!


Depois das latinhas de cerveja virarem um prancha de surf, agora é a vez das garrafas desta bebida virar material de construção. Isso mesmo. Que os alemães têm a fama de beber muito, não é novidade. Eles colecionam, inclusive, o título de vice-campeão mundial, consumindo 158 litros por pessoa anualmente.
Mas a boa notícia esta em reutilizar o resíduo desta paixão. Moradores do municipio de Magdburg, na Alemanha, utilizaram garrafas de cerveja para criar uma biblioteca pública. A iniciativa surgiu dos moradores da cidade. A Open Air Library foi construída com mil caixas de cerveja. O ambiente público incentiva o hábito da leitura entre os moradores e ajuda na diminuição de lixo espalhado pelo município.
Para construir a estrutura da biblioteca, as embalagens foram doadas por uma empresa da região e a comunidade entrou com a mão de obra. O escritório de design Karo fez o acabamento do espaço, reutilizando partes da fachada de um armazém abandonado da cidade.
O acervo de 2 mil livros da biblioteca também foi doado pelos moradores, que fazem uma ronda para vigiar e conservar a biblioteca, que fica aberta 24 horas. Até agora, todos os livros foram devolvidos, e a população se orgulha disso.

Mas essa iniciativa não é a primeira ação realizada com a ajuda de cervejas. Na Tailândia, monges da província de Sisaket, cidade próxima a Bangkok, construíram um templo budista com as próprias mãos. Para eles, a espera foi um pouco maior. Sem a ajuda de doações, os budistas esperaram por 27 anos até conseguirem juntar as centenas necessárias para começar a construir o santuário.
Os religiosos usaram um milhão de garrafas para montar todo o seu templo. Foi esse número extraordinário que levou os turistas a nomearem o templo de Wat Pa Maha Chedi Kaew, também conhecido como ‘Templo de Um Milhão de Garrafas”, que hoje já virou ponto turístico. Atualmente o templo conta com um crematório, salas de oração e até acomodações para os monges.
Em tempo, o Brasil é o quarto maior consumidor de cerveja do mundo. Segundo o Sindicato Nacional da Indústria da Cerveja,  são 47 litros consumidos por pessoa durante um ano. Que tal usar esse consumo para um bem público?

ARQBest-Arquitetura | Bolhas infláveis controlam temperatura do edifício


Um armazém abandonado em Barcelona foi transformado em um prédio feito de bolhas infláveis com design sustentável. Ele foi batizado “Cloud 9″. A estrutura, feita de ETFE (Etileno tetrafluoretileno), é controlada de forma a inflar e desinflar, o que altera a temperatura interior.
A construção ainda utiliza um telhado fotovoltaico e permite o aproveitamento da chuva. Ainda foi desenvolvido para reduzir em 95% as emissões de carbono na atmosfera.
Com design inspirado nas obras do famoso arquiteto Antoni Gaudí, que criou entre outras a“Sagrada Família” e o “Parque Güell”, a fachada sul foi projetada em formas triangulares orgânicas, e as câmaras de ar incluem sensores movidos a energia solar que inflam de acordo com a quantidade de luz solar que recebem.
No verão, a membrana funciona como um protetor solar, filtrando os raios ultravioleta em até 85%. O filtro infla as câmaras com uma mistura de nitrogênio, que bloqueiam os raios solares, criando sombras. Já no inverno, a membrana “murcha” para absorver os raios solares, maximizando a transmissão de luz e calor para o interior do prédio.
O telhado é coberto por células fotovoltaicas para coleta de energia solar. Para economizar o consumo de água, o “Cloud 9″ tem também um sistema de captação de chuva. Empresas de tecnologia querem utilizar o prédio para montar suas sedes ao mesmo tempo em que o espaço estiver abertopara exposições, workshops e eventos públicos

ARQBest-Arquitetura | Torre verde incentiva preservação e atividade turística


Uma “torre verde” cercada e recheada de árvores será construída em Nantes, na França. O projeto é assinado pelo arquiteto Edouard François e irá assegurar a economia de recursos. Acredita-se que será revolucionário a ponto de estimular o turismo em Nantes.
O conjunto reunirá apartamentos e escritórios, abrigando serviços urbanos de alto padrão. François acrescentou árvores às varandas, dando ao empreendimento um aspecto montanhoso.
O complexo é dividido em dois edifícios, um com fachada de borracha preta em formato retangular cobrindo uma das estremidades do prédio, em contraste com uma torre residencial arredondada cercada de varandas fornecendo um espaço exterior com muitas plantas. Ainda estaria em estudo quais espécies vão compor a vegetação das varandas em toda a volta do prédio.
Francois irá anexar longos tubos nas varandas para que as árvores sejam plantadas. Ainda está em processo de testes de adaptação mas a ideia é que as plantas criem raízes e cresçam se tornando árvores curtas que sairão do edifícioA vegetação vai garantir sombra para amenizar o calor no verão e espécies caducas, que perdem as folhas no inverno, permitirão a entrada da luz solar para diminuir o frio. Essa é uma das tentativas mais modernas de incorporação de árvores na estrutura de uma construção.
Jardim Botânico de Nantes está experimentando o crescimento de uma espécie para ser aplicada no empreendimento, que se fixariam nas fissuras das rochas mostrando que essas plantas podem crescer em tubos alongados.

ARQBest-Arquitetura | Ponte aproveita energia solar e também purifica o AR


Uma ponte futurista DSSH (Helix ShapeShifting Dynamic), projetada pela empresaSanzpont em Montreal, Canadá, apresenta uma tela de tração que faz com que ela se mova conforme o visitante ande em seu percurso. E a grande surpresa é que a luz solar captada por painéis fotovoltaicos durante o dia, faz com que à noite suas luzes com tecnologia de LED de baixo consumo de energia se acendam. Ao mesmo tempo, de imediato a ponte purifica o ar em seu ambiente.

A empresa incorporou ao projeto plantas que ficam no piso da ponte e são responsáveis por ajudar na recuperação do ar, transformando a poluição da cidade em oxigênio puro. A estrutura ganhou recentemente o prêmio Building to Building Pedestrian Bridge International Challenge com seu design inovador,  sustentável e visualmente impressionante.
Confira como a ponte funciona no vídeo abaixo

ARQBest-Arquitetura | Papelão compõe a estrutura em paredes de banco

papelão veio para ficar. O material está se popularizando graças a sua firmeza e reciclabilidade, assim, está sendo usado por arquitetos e designers de interiores, de todo o mundo. Nessa onda, o escritório Sander Architecten utilizou o papelão para compor a área de 56.000 metros quadrados do banco holandês Rabobank. A solução do projeto foi escolhida entre ofertas de mais de 20 empresas.
O projeto é um edifício comercial de 25 andares que tem colunas e paredes decoradas compapelão e papel cartão, que podem, posteriormente, ser reciclados.

Uma das salas tem uma coluna com paredes em formato circular, elaboradas pelos materiais e que formam uma sala de leitura e estudos. O visual é moderno e traz um clima de tranquilidade ao local, que lembra uma biblioteca. As clarabóias fazem parte da estrutura do edifício e ajudam na circulação do ar. O conjunto ilustra o ambiente de trabalho que promove a colaboração e a partilha de conhecimentos.