sexta-feira, 29 de abril de 2011

ARQBest-LUXO | Arquitetura moderna e de luxo

Uma arquitetura moderna e de luxo que realmente surpreende!


Arquitetura_moderna_Mahina (5)
Mahina é uma nova geração de arquitetura visionária. Um exemplo de construção que surpreende a todos os olhares. Fica a 40 quilômetros ao norte de Auckland, na Nova Zelândia. Mahina é inteira branca, tanto na estrutura, quanto na decoração. Boa parte dela é composta por vidro diamante que garante vistas exuberantes do mar.


O edifício foi projetado com princípios sustentáveis. A temperatura é regulada pela água de arrefeciamento que é coletada nos dias quentes e armazenada para os dias e noites frias. Esse sistema permite temperaturas bem reguladas, tanto dos ambientes como pisos e paredes. A refrigeração é controlada arrastando o ar fresco através de câmaras subterrâneas e expelindo o ar quente através do telhado.
Arquitetura surpreendente - Mahina
Arquitetura surpreendente - Mahina
Arquitetura surpreendente - Mahina
Arquitetura surpreendente - Mahina
Veja o vídeo e se surpreenda com essa construção magnífica:

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ARQBest-Arquitetura | Federation Square UAL!

ARK INSPIRATION #117 – Federation Square













© First Perception

Federation Square, em Melbourne, é o resultado de um projeto de renovação urbana, ocupando uma área de 3,8 hectares, foi construído em torno de uma ampla praça, de 7.500 metros quadrados. Pode acomodar, facilmente, 20 mil pessoas em toda sua vasta extensão e oferece ao visitante várias opções de atividades que variam de shoppings a galerias de arte.
© edwin.11
© Rexness
Desde o inicio, o conceito foi criar uma área que pudesse se tornar o coração da cidade, oferecendo foco para atividades cívicas por meio de uma série de espaços que liberariam os habitantes do traçado opressivo da cidade de Melbourne. O projeto também serviria para resolver o problema da barreira criada pela ferrovia que divide a cidade junto ao rio Yarra.

O mix urbano resultante é heterogêneo e apresenta várias camadas. O projeto apresenta vários níveis de escalas e natureza de espaços, incluindo praças, ruas e travessas, e cria uma malha urbana excêntrica, sendo expressa até mesmo nas elevações, por meio das características fachadas com fractais.
© stevenijones
 © davidreid
O sistema de fachadas, em arenito, zinco e vidro, distribui cinco triângulos em módulos similares que foram dispostos também em grupos de cinco, criando os “megapainéis” que geram os componentes ordenadores das fachadas. Variando a proporção destes componentes e mudando a configuração dos materiais internos, cria-se a possibilidade de fachadas únicas serem compostas dentro de uma grã coerente e homogênea.

Além de diversas lojas, bares, cafés e restaurantes, na Federation Square você ainda pode encontrar: Melbourne Visitor Centre, BMW Edge Amphitheatre, National Gallery of Victoria, ACMI – Australian Centre for the Moving Image, Transport Hotel Bar, SBS Television and Radio Headquarters, Beer Awards e Past Tentants.
© lantrix
© iambents
© Sebastian Bergmann
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© Hellblazer
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© f0rbe5

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UMA IGREJA DIFERENTE!



                 

ARQBest-Arquitetura | Os mais deslumbrantes Castelos Europeus!




Em tempos de casamento real, resolvi ir atrás de castelos europeus. Um mais lindo e charmoso que o outro! Quer mergulhar nesse mundo de fantasias? Confira!



Wilanów Palac
Este castelo está localizado nos subúrbios ao sul da cidade de Varsóvia. Olhem esse gramado maravilhoso!



Schloss Neuschwanstein
Esse lindo castelo encontra-se em Schwangau, Alemanha – porém costuma frustrar os turistas por não oferecer um ângulo completo.



Nottingham Castle
Essa belíssima construção tem muita história a contar para os que vão à Inglaterra.


Alnwick Castle
Reconhece esse lugar? Para os fanáticos por Harry Potter, essa foi uma das locações do filme.


Norwich Castle
Esse castelo inglês é bem simples – parece até um cubo.


Dover Castle
O castelo inglês fica de frente para o mar e é parada obrigatória para quem vai à Inglaterra.


Château de Versailles
Versailles está localizada na França e é um local de fácil acesso para os turistas. Imagina ter um jardim desses em casa?


Château de Chambord
Também localizado na França, é um dos mais lindos castelos que exemplificam o estilo característico das construções da renascença.

Caerphilly Castle
Esse belo e rústico castelo de Gales é uma das fortalezas medievais da Europa.


Caernarfon Castle
Imenso! Esse castelo galês tem uma vista de tirar o fôlego…


ARQBest-ARTIGO | Arquitetura desconstrutivista!

ARQUITETURA DESCONSTRUTIVISTA

"Desenvolvida a partir das formulações do
filósofo francês Jacques Derrida,
a desconstrução atribui aos significados
a condição de construções culturais,
questionando a concepção metafísica
de centros unificadores do mundo"





Arquitetura desconstrutivista (AO 1945: arquitectura desconstrutivista), também chamada movimento desconstrutivista ou simplesmente desconstrutivismo oudesconstrução, é uma linha de produção arquitetônica pós-moderna que começou no fim dos anos 80. Ela é caracterizada pela fragmentação, pelo processo de desenho não linear, por um interesse pela manipulação das idéias da superfície das estruturas ou da aparência, pelas formas não-retilíneas que servem para distorcer e deslocar alguns dos princípios elementares da arquitetura, como a estrutura e o envoltório (paredes, piso, cobertura e aberturas) do edifício. A aparência visual final dos edifícios da escola desconstrutivista caracteriza-se por um caos controlado e por uma estimulante imprevisibilidade. Tem sua base no movimento literário chamadodesconstrução. O nome também deriva do construtivismo russo que existiu durante a década de 1920 de onde retoma alguma de sua inspiração formal.

MODERNISMO E
PÓS MODERNISMO

Na arquitetura contemporânea, o desconstrutivismo situa-se em oposição à racionalidade ordenada do modernismo. Sua relação com o pós-modernismo também é resolutamente oposta. Embora arquitetos pós-modernistas e desconstrutivistas emergentes tenham publicado suas teorias lado a lado no periódico Oppositions (Oposições), publicado entre 1973 e 1984, o conteúdo dessa revista marcaria o início de uma ruptura decisiva entre os dois movimentos. A desconstrução assumiu uma postura de confrontação frente à arquitetura e à história arquitetônica, querendo separar e desmontar a arquitetura. Ainda que o pós-modernismo tenha retornado a abraçar — geralmente às escondidas ou ironicamente — as referências históricas que o modernismo temia, o desconstrutivismo rejeita a aceitação pós-moderna dessas referências. Também rejeita a idéia de ornamento como uma reflexão a posteriori ou decoração. Esses princípios têm como conseqüência o alinhamento do desconstrutivismo com as suscetibilidades do anti-historicismo modernista.

FILOSOFIA
DESCONSTRUTIVISTA

O principal canal da filosofia desconstrutivista à teoria arquitetônica ocorreu através da influência do filósofo Jacques Derrida sobre Peter Eisenman. Eisenman traçou algumas bases filosóficas do movimento literário da Desconstrução e colaborou diretamente com Derrida em alguns projetos, como a participação no concurso do Parc de la Villette, documentado em Chora l Works. Tanto Derrida e Eisenman como Daniel Libeskind, estavam preocupados com a "metafísica da presença" e este é o principal tema da filosofia desconstrutivista na teoria arquitetônica. O pressuposto é que a arquitetura é uma linguagem capaz de comunicar um sentido e de ser tratada por métodos da filosofia linguística.A dialética da presença e da ausência, ou do sólido e do vazio, aparece em muitos projetos de Eisenman, tanto nos construídos como nos não-construídos. Tanto Derrida quanto Eisenman acreditam que o locus, ou o lugar da presença, é arquitetura, e a mesma dialética da presença e da ausência é encontrada na construção e na desconstrução.

ENTENDENDO
MELHOR

De uma maneira ampla, podemos falar de estruturalismo toda vez que um objeto de conhecimento é encarado como uma estrutura. Essa prática foi saudada como um passo adiante da visão mecanicista do mundo, segundo a qual esse objeto era encarado como uma máquina. Consideramos que foi a partir do século 17, com Descartes, Galileu e depois com Newton que o modelo da máquina se tornou o orientador do pensamento científico. Na física newtoniana, o universo era considerado uma grande máquina, e os astros, suas peças. Na física atômica, o átomo seria a microrrepresentação do universo, uma minúscula máquina. Na medicina e na biologia, o corpo humano e os outros organismos também seriam máquinas, os órgãos, suas peças. No âmbito da arquitetura, mais recentemente, lembremos da "máquina de morar" de Le Corbusier. O modelo da máquina foi o principal orientador do pensamento moderno, e podemos dizer que a ele devemos muito do que se conseguiu em termos de conhecimento científico. Apesar disso, esse modelo tem suas limitações, e essas apareceram com muita clareza já no século 19.



Desconstrução do plano horizontal
As limitações começam pela determinação de que para o estudo eficiente dos corpos materiais deve o estudioso ater-se às suas propriedades mensuráveis: dimensões, quantidades e movimento. Obviamente que muitas coisas não se explicavam segundo a visão mecanicista. Todas as vezes que se lidava com objetos de conhecimento mais difíceis de mensurar, como nas ciências sociais, psicologia etc. as limitações se tornavam claras e insuperáveis.




A visão estruturalista começa com a constatação de que o todo é mais do que a soma de suas partes. Dito em outros termos, um conjunto individualizado, seja um grupo social, a mente humana, a língua falada etc. é uma estrutura com características próprias e que em muito excede as de suas partes consideradas em particular ou mesmo em conjunto. A diferença entre a visão estruturalista e a visão mecanicista é a ênfase colocada nos elementos estruturantes, e não nas partes componentes. Para entender bem a posição dos estruturalistas, falemos de um argumento clássico: uma melodia. Esta é composta de notas musicais, mas o estudo isolado dessas notas, por mais acurado que seja, não esclarece nada sobre a melodia. É o estudo do conjunto e de seus elementos estruturantes, das sequências, das ênfases, das posições relativas das notas entre si, que vão permitir o entendimento dessa melodia.

GRANDES NOMES QUE USAM O DESCONSTRUTIVISMO

ZAHA HADID



Zaha Hadid (árabe: زها حديد) (Bagdad, 31 de Outubro de 1950) é uma arquiteta iraquiana identificada com a corrente desconstrutivista da arquitetura.
Formou-se em Matemática na Universidade Americana de Beirute. Após se formar, passou a estudar na Architectural Association de Londres. Depois de se graduar em arquitetura tornou-se membro do Office for Metropolitan Architecture (OMA), trabalhando com seu antigo professor, o arquiteto Rem Koolhaas. Em 1979, passou a estabelecer prática profissional própria em Londres. Na década de 80, também lecionou na Architectural Association.

FRANK GEHRY

Ganhador do Pritzker Prize, que é tido como o Nobel da arquitetura.
Gehry conhecido pelo seu design arrojado na arquitetura, repleto de estruturas curvas, geralmente em metal. Seus projetos, implantados em diferentes cidades do mundo, tornaram-se atrações turísticas e incluem residências, museus e sedes de empresas. Sua obra mais famosa é oMuseu Guggenheim Bilbao, em Bilbao, Espanha, todo feito revestido de titânio. Outros projetos importantes são o Walt Disney Concert Hall no centro de Los Angeles, a Casa Dançante em Praga, República Checa, e sua residência particular, em Santa Mônica, California, os quais marcaram o início de sua carreira.




CONFIRA TAMBÉM:

ARQBest-Arquiteto do mês | Frank Gehry